quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Patrocínia, a Heroína

As menores, de 4 e 6 anos, vivem com a mãe esquizofrénica, num ambiente de maus tratos, negligência e promiscuidade. Mas a D. Patrocínia de repente descobriu que quer tomar conta das meninas. E para vincar bem a sua posição, por pouco não matava a professora, a auxiliar e as assistentes sociais. E aqui está a tua obra, Partido Socialista.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Linchamento Evitado


A GNR da Covilhã interveio ontem em Verdelhos para resgatar três assistentes sociais, uma professora e uma auxiliar que se refugiaram no centro social e na escola, sob ameaças de populares, na sequência da confusão causada por uma mulher que tentou impedir a retirada de duas filhas, de 4 e 7 anos, vítimas de maus tratos.


Por:Isabel Jordão


Segundo fonte policial, os sinos tocaram a rebate e em pouco tempo juntaram-se "50 a 60 pessoas, que, sem saberem o que se passava, lançavam ameaças às mulheres".

Foi necessário criar um cordão de segurança para permitir a saída das técnicas no jipe da GNR, enquanto a professora era resgatada na bagageira de outra viatura.

"Durante mais de uma hora viveu--se uma situação complicada, com os populares a insurgirem-se contra as técnicas e os militares, chegando a atravessar viaturas à frente do jipe da GNR", contou a fonte policial.

As técnicas, da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Covilhã, preparavam-se para levar as meninas para uma instituição, com a concordância da mãe, que já tinha assinado um documento quando começou a gritar que lhe iam levar as meninas. Continuam na aldeia, mas com "uma família idónea".


Comentário: Eis o resultado de 6 anos de incitamento ao ódio aos professores. Noutros tempos, bastaria a professora aparecer para os ânimos serenarem. Após e anos de socratismo, a professora tem é que sair na bagageira do carro, para não a matarem.
Mas isto é diário. O menino chama, por exemplo, "puta" à professora. Tem falta disciplinar. Liga à família e passado meia hora já lá estão os chungas todos de navalhas em punho. IMPUNES.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Aleluia! Vem aí a Educação Sexual!



"Fazer amor na praia.

Existem alguns problemas. O primeiro é que, pelo menos no nosso país, é um bocado difícil encontrar uma praia deserta no Verão. Ou seja, depois de encontrar “a” praia, o casal pode enfrentar o risco de ser abruptamente interrompido ou até observado.

O segundo é que as praias, além de estarem cheias gente, estão também cheias de… areia. Fazer amor acariciado pelas ondas é uma aventura apetecível mas é preciso ter cuidado com a areia: se esta entrar na vagina poderá causar pequenas feridas. E a água do mar poderá afectar a eficiência dos preservativos.

Se o cenário escolhido for uma piscina ao luar, não se deve esquecer que as piscinas escorregam, logo, cuidado para a noite não acabar na urgência com a cabeça partida e uma daquelas histórias muito estranhas.

Finalmente, há que não esquecer que os corpos dentro de água (especialmente salgada) flutuam, o que poderá comprometer a exequibilidade de algumas posições ditas “clássicas” mas constituirá um desafio à imaginação dos mais ousados.

PS – Mas esta é uma experiência que poderá suscitar umas boas gargalhadas e, efectivamente, o riso é um dos melhores afrodisíacos.”



Os tempos em que nas escolas se ensinava coisas "chatas", já lá vão. A malta quer lá saber de Biologia, Filosofia ou Geografia! A malta quer é Anatomia! Umas cambalhotas, umas ganzas, muita curte! Viva o Socialismo!