quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Inglês Técnico!

Dói, não dói?



Quarteira: Agressões terão ocorrido na Escola 2,3 D. Dinis e nas suas imediações

Aluno denuncia bullying
O pai de um aluno da Escola 2,3 D. Dinis, de Quarteira, no Algarve, queixa-se do filho ter sido alvo de bullying por colegas mais velhos.



"Quatro alunos do curso de Educação Formativa, com cerca de 17 anos, queriam obrigar o meu filho, de dez anos, a chamar nomes à professora. Como o Samuel recusou e os denunciou à docente, vingaram-se", contou ao CM Rui Costa, pai do jovem aluno.

"Na sexta-feira, obrigaram-no, à estalada, a comer pequenas pedras. No domingo, o meu filho estava a brincar na rua, perto da escola, com outros jovens. Vieram os agressores e meteram-no, à força, dentro de um caixote do lixo público", refere Rui Costa, revoltado com o facto de ainda lhe terem arremessado uma beata a arder para dentro do recipiente. "Para o miúdo não sair, colocaram uma pedra na tampa. Só meia hora depois, os outros amigos do Samuel alertaram um adulto que passava no local e que libertou o meu filho", salienta Rui Costa, insatisfeito com a direcção da escola. "Receberam-me no hall de entrada e mandaram-me falar com a GNR".

Fonte do conselho directivo disse ao CM que o "aluno é problemático e de difícil integração", adiantando que "criou muitos problemas no ano passado e tem sido acompanhado pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens".


_________________________________________________

Poooois é!... Quando é o professor que leva pancada dos alunos, que tem o carro incendiado ou que se mata porque já não aguenta mais ser insultado e vilipendiado, o pessoal até ri e goza. Quando é com os nosso filhos, já dói. Os CEF, como venho dizendo há anos e anos, são viveiros de marginais sem recuperação possível, que já chupam os nossos impostos e continuarão a chupá-los e a lotar as nossas prisões.
Que espancam os nossos filhos e nos tornam a vida impossível. Vão à escola para justificar o RSI e a casa que pagamos às famílias. Nas ruas, assaltam-nos, ameaçam-nos, espancam-nos se não lhes damos logo a carteira. Às vezes matam. Mas com sorte, e bola baixinha, a gente pode escapar.

O Sr. Rui Costa queria que a escola fizesse alguma coisa! Mas como, Sr. Rui Costa, se os marginais são intocáveis? Como, se o Director tem ordens de "cima" para abafar a VERDADE?

Continuem a votar PS! Eles dão Magalhães e deixam malhar nos professores! É fixe!

"Quotidianos"



Daqui

Apetece-me partilhar o que sinto.
Será que as aulas introduzidas este ano de enriquecimento curricular,no meio das aulas curriculares, estarão a decorrer bem de norte a sul?
Que cansaço!..
Que tortura!..
Que inferno!..
Mas a OCDE não pode cá mandar uns rapazes ou raparigas para ver o estado em que a coisa chegou?..
Ando com vontade de fazer um filmezinho sobre um dia de aulas num TEIP, com o novo modelo de AECS pelo meio das aulas, e espetar com ele no Youtub.
Um TEIP que tem na escola mais problemática do 1º ciclo apenas 1 prof de apoio. Prof de ensino especial, é uma miragem. Ou não chegam, ou adoecem.. Tudo para os titulares de turma.
A rapazeada não pode ver o trabalho à frente. Tento convencê-los o dia inteiro da importância de saberem mais, mas não resulta muito.
Quando os tento acalmar e fazer um trabalho sério, lá se vai tudo. Acabou de chegar o prof de hip-hop.. Berros espojamentos no chão…
Eu tento retirar-me para um canto da escola para esperar e entrar novamente em cena,e acabar uma aula de matemática que tinha iniciado pela manhã, e eis que me deparo com uma luta de um jovem de 9 anos que já tinha batido numa empregada e tinha acabado de atirar ao chão 4 ou 5 cadeiras.
Chamada a polícia, esta coincidiu com a entrada dos meus infantes que regressavam da sua aula de hip-hop. Fascinados pelo cenário tb quiseram assistir. Difícil, foi convencê-los que tinham que subir para a sala, para concluir a aula anterior.
Mas, eis que chega a professora de dança, que só hoje se apresentou e leva-os, para terem a sua primeira aula. Hoje não dançaram, foi apenas apresentação.
Eu humildemente, retirei-me e procurei o cantinho da escola que tinha procurado, na aula anterior, quando do hip-hop.
Mas esta aula de dança, como a aula de teatro, como a de expressões fazem parte de um outro projecto da escola, e os professores são obrigados a estarem presentes e a interagir. Subi e instalei-me na minha cadeira, a tentar descansar um pouco, visto ser apresentação. A aula de dança acabou, mas tinha o Apoio ao Estudo. A hora ia avançada, e aqui a rapazeada olhou-me, implorou-me: _Professora, nós estamos cansados. Eu li nos olhos deles, que aquela hora não podiam estar de outra maneira. Eu tb estava estourada. Não conseguia fazer mais nada!
Quanto ao que devia ter feito e não fiz, o problema não é meu. Dos alunos tb não.
Foi pouquíssimo o que consegui fazer hoje.
Quem sabe se amanhã não consigo acabar a aula de hoje…
Se não acabar ficará para o próximo dia. Eu irei lá estar todos os dias em príncipio..
Horas de apoio na sala? 2h 50 m semanais.
De referir que estou a falar de uma turma de 4º ano, com níveis de aprendizagem que passam pelo 1º, 2º, 3º e 4ºanos. Dois dos alunos são de Ensino Especial.
Possivelmente, quem ler isto, pensará que estou a inventar. É pura verdade e passa-se numa escola portuguesa.
Amanhã há outro dia e o sol nascerá de novo.
Só peço que o possa ver nascer. Isso será o mais importante.
Quanto a fazer coisas sérias e com alguma qualidade, faz parte do passado. Esse já não volta..

Luana

sábado, 25 de setembro de 2010

O Estranho Caso do Menino Que Não Desabafa!



Lourinhã: Na EB 2,3 Dr. Afonso Rodrigues Pereira

Ameaça docente com tesoura


Um aluno de 11 anos ameaçou a professora com uma tesoura na sala de aula, anteontem, na escola básica de 2º e 3º ciclos Dr. Afonso Rodrigues Pereira, na Lourinhã. Na origem da tentativa de agressão terá estado uma discussão em torno do computador Magalhães.

Por:André Pereira


O aluno, R. Santos, já referenciado por outros episódios violentos, encontra-se suspenso e ontem já não foi às aulas. Os pais, ambos desempregados, foram informados pela Comissão Administrativa Provisória (CAP) da escola, mas só na próxima semana vão procurar saber qual a duração da suspensão.

"Quando saiu de casa, o R. estava bem. Estava calmo. Depois telefonaram-me da escola a dizer que tinha tentado agredir a professora com uma tesoura", contou a mãe, Carla Rodrigues, de 26 anos, desconhecendo os motivos que levaram ao gesto do filho: "Ele não me conta nada. O R. é muito calado. Não desabafa."

Segundo João Barbosa, de 48 anos, padrasto de R. Santos, o professor Bruno Santos, assessor da CAP, explicou que "o motivo da suspensão tinha sido a ameaça à professora". "Dizem que é um crime público e está suspenso por isso. De certeza que não quis fazer mal à professora. Parece-me exagerado", afirmou João Barbosa.

O casal e os três filhos – R. Santos (11), B. Santos (9), do primeiro relacionamento de Carla, e E. Barbosa (3), do actual – moram no bairro social da Ladeirinha, na freguesia de Reguengo Grande, e vivem com 600 euros do rendimento social de inserção. "Os novos colegas de turma têm Magalhães e ele não. Acho que as razões da discussão com a professora se devem a disso", justificou o padrasto.

Bruno Santos, da CAP, por sua vez, explicou que "o assunto está a ser legalmente tratado".



Claro que é exagerado! Então só por ameaçar a professora com uma tesoura, tentando esfaqueá-la, o menino é suspenso???!!!...

Ainda por cima até saiu de casa bem disposto e tudo! Se calhar aborreceu-se com alguma coisa e resolveu tentar esfaquear uma professorazita para descomprimir... Se não é para isso que as professoras servem, então não sei!...

E depois é uma criança que não desabafa, coitadinho!!!... Já o irmão, que está na foto, ao colo, parece ir pelo mesmo caminho. Mas quando for para a escola, derivado ao hábito de malhar nas professoras, há-de começar a desemburrar, se Deus Nosso Senhor quiser...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Carta aberta à Srª Ministra da Educação de Portugal‏



CARTA ABERTA À SRª MINISTRA DA EDUCAÇÃO

Exmª Srª Ministra da Educação de Portugal,

As nossas mais cordiais saudações.

Somos um grupo de pais, da zona de Caldas da Rainha e Óbidos, cujos filhos iriam este ano usufruir do apoio financeiro para o ensino especializado da música.
De acordo com o estipulado no Despacho nº 12522 / 2010 de 27 de Julho, este apoio financeiro manter-se-á para os casos em vigor, não sendo o mesmo prestado aos alunos deste ano, por motivos de contenção orçamental e redução da despesa publica.

Sabemos das dificuldades financeiras de Portugal, da necessidade da redução da despesa pública, pelo muito que se diz nos "media", pela situação económica mundial, etc.
Não poderíamos estar mais de acordo com a Srª Ministra da Educação, de facto é preciso haver contenção orçamental e redução da despesa publica.
Não nos parece incorrecto que um governo, opte, e opte bem, cortando na despesa pública que se afigure dispensável, factos aliás que aplaudimos, a bem de Portugal.
Somos de opinião de que existem dois vectores principais numa sociedade que não podem ser descurados: o direito à saúde e o direito à educação.

Parece-nos redundante referir que somente investindo na educação poderemos almejar uma sociedade mais evoluída, mais justa, mais pacificada, mais produtiva.
Srª Ministra, tem todo o nosso apoio no que concerne às dificuldades económicas de Portugal, à necessidade de cortes em algumas áreas consideradas não essenciais.
Gostaríamos no entanto, de perguntar aos legítimos governantes de Portugal (nos quais muitos dos signatários desta carta votaram), com que lógica se corta em qualquer vector da educação, quando a despesa pública não é reduzida em sectores perfeitamente dispensáveis.

Poderíamos referir a célebre sala de fumo da Assembleia da República, poderíamos referir as viaturas de alta cilindrada que o Estado adquire, poderíamos referir o aumento da despesa pública este ano com novas empresas, institutos, do Estado, poderíamos referir a empresa de meios aéreos (uma espécie de Força Aérea civil)
para combate a incêndios, quando esta actividade poderia ser efectuada pela Força Aérea, à semelhança do que se passa em Espanha e outros países (mesmo que recorrendo a pilotos de "outsourcing"), enfim, poderíamos referir o célebre TGV (os noruegueses não têm TGV e são mais ricos que nós), poderíamos referir igualmente as mordomias da classe política, pensões vitalícias e outras acumuladas, autêntico escarro na cara dos portugueses, mas para que o faríamos?

De facto, de nada adiantaria, pois somos governados por uma classe política (governo e oposição) de fraca qualidade, medíocre, que parece colocar os interesses partidários e temporais acima dos interesses nacionais.
Um dia, a Srª Ministra da Educação de Portugal irá embora do governo, levará o seu pecúlio, regalias, mordomias em vigor (tudo legal, pois a leis são feitas pelos senhores), quiçá irá para uma empresa de renome nacional ou um cargo importante. No entanto, existe uma responsabilidade a que a Srª Ministra, bem como os demais ministros deste e de outros governos, jamais se poderão eximir: a responsabilidade moral!

Carregarão nas suas consciências o ónus da rectidão ou não, da justiça ou não, do exemplo das suas atitudes ou não. Acreditamos que, um dia, todos nós responderemos pelos nossos actos, no imo dos nossos corações, longe de todas as conjecturas de ordem legal. Oxalá não lhes pese a consciência, por terem optado por esbanjar o dinheiro do povo - sim, o dinheiro não é do governo, mas sim do povo - em excentricidades, ao invés de terem apostado, a sério, com rigor, e na medida adequada, na educação, pedra basilar de qualquer sociedade do futuro.

Outro ministro virá, e outro, e outro... até que se cumpra Portugal.

Como votos de muito êxito, justiça nas tomadas de decisão, despedimo-nos respeitosamente,

Caldas da Rainha, 16 de Setembro de 2010

Um grupo de pais a quem foi negado apoio financeiro para a música, por motivos de cortes na despesa pública:

Ana Maria Martins - Óbidos - BI 8456466
António José de Pina e Moura Pereira - Óbidos
Fernanda Maria Miranda Pereira - Óbidos - BI 7512001
Ivone Maria da Silva – Óbidos – BI 8451868
José Carlos Miranda Lucas - Óbidos - BI 7849415
Maria Leonor Coutinho de Abreu Quintas - São Martinho do Porto - BI 8062681
Maria Teresa da Costa Figueiredo - Caldas da Rainha - BI 6965487
Paula Martins - Caldas da Rainha
Paulo Alexandre da Silva Cristino – Óbidos – BI 7375438
Victor José Califórnia Quintas Laranjeira - São Martinho do Porto - BI 4117561

PS - Muitos outros pais desejariam ter assinado esta carta aberta, mas... têm receio de represálias (onde pára o 25 de Abril?).

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Há Que Motivar o Xegordo!


Albergaria-a-Velha: Três jovens detidos pela PJ de Aveiro e soltos pelo tribunal

Rapariga atrai idoso para sexo e rouba-o

A rapariga de 18 anos colocava anúncios para encontros sexuais num serviço de teletexto. E os dois amigos, de 18 e 20 anos, entre os quais ‘Xe Gordo’, rapaz que aos 16 anos (em 2008) colocou no YouTube vídeos com uma simulação de um jogo de computador onde espancava um colega de escola, e que foi julgado o ano passado por incendiar autocarros, ajudavam-na depois a assaltar as vítimas.

Por:Ana Sofia Coelho/Tânia Laranjo



Foram todos apanhados pela Polícia Judiciária de Aveiro, mas acabaram libertados horas depois. O último alvo tinha sido um reformado de 73 anos, que ficou sem 300 euros depois de ser agredido.

O roubo ao idoso ocorreu no último dia 26 à noite. Depois de ver o anúncio no teletexto de um canal de televisão, o reformado, que vive sozinho, entrou em contacto com a jovem e combinaram um encontro em Albergaria-a-Velha. Uma vez chegados ao local marcado, a rapariga convenceu o homem a irem juntos para uma zona de pinhal.

Quando já se encontravam numa zona isolada, a rapariga fez com que a vítima saísse do carro. E subitamente o idoso viu-se rodeado pelos dois jovens encapuzados que, armados com uma pistola, ameaçaram o septuagenário de morte. Depois de algumas agressões, às quais a vítima de roubo reagiu e retaliou, a dupla conseguiu tirar-lhe todo o dinheiro que levava. O trio de assaltantes acabou por fugir no automóvel do reformado, com 300 euros que lhe roubaram.

A vítima foi imediatamente à Polícia Judiciária, que conseguiu interceptar os três jovens, apreender as armas e os capuzes utilizados no crime. Recorde-se, ainda, que em Janeiro do ano passado ‘Xe Gordo’ foi detido pela Polícia Judiciária por ter lançado fogo a quatro autocarros da Central de Transportes de Albergaria-a-Velha, para mostrar aos amigos que era destemido. Condenado a três anos com pena suspensa e a uma indemnização de 50 mil euros, voltou a sair agora em liberdade, com apresentações periódicas à polícia.






Pessoalmente na minha própria opinião pessoal acho que a culpa é dos malandros dos professores que são uns incompetentes que não conseguem motivar o Xegordo para uma cidadania responsável no quadro do respeito pelos direitos do Outro, e consequentemente o Xegordo deve ser acarinhado e levar muitos miminhos, na sua condição de VÍTIMA da Sociedade!