sábado, 23 de outubro de 2010

A Bela e o Monstro


A Bela é o Sócrates, é claro. Ele é um bonitão! Ele é o 6º homem mais sexy do mundo (!). LOGICAMENTE, com tanta beleza e sex-appeal, ele é um bom governante.

O Monstro é o raio da "velha". Então não é que aquela desgraçada tem o desplante de nascer antes do menino Zézinho!!! É "velha", não presta. O Povo, que é sábio (tão sáááábio!!!), votou na Bela e correu com o Monstro. O resultado está à vista.

Se demorar clique aqui, sff.

Há que calar a Verdade! Estilo URSS!




Qualquer professor que pactue com este Governo é meu inimigo pessoal e merece todo o meu desprezo.

"CEF de Electricidade, uma turma a não esquecer". É assim que começa um vídeo posto a circular na internet por jovens que se identificam como alunos do Curso de Educação e Formação (CEF) da Escola Faria de Vasconcelos, de Castelo Branco.

Ao longo de cinco minutos, o grupo mostra o que faz dentro da sala de aula na ausência de professores, a começar por um jogo de cartas. Já perto dos dois minutos surge a legenda "Patrão fora? Dia santo na loja!", que marca o inicio de um capítulo dominado pelo vandalismo. Os jovens atiram bancos pelo ar, saltam por cima das mesas, partem objectos, jogam no computador da sala de aula, arrombam um armário e destroem uma porta da sala com uma espécie de machado. Pelo meio vê-se o que parece ser um professor sentado na mesa, enquanto um dos alunos filma sem que este se aperceba. Porém nestas imagens não há actos de vandalismo.

A fase final do vídeo é dedicada ao que os jovens chamam de "reciclagem". Os planos mostram o pavilhão da escola onde se encontravam depositados alguns electrodomésticos velhos, que estes se encarregam de destruir. Antes de terminar ainda é feita uma compilação dos actos de vandalismo já apresentados, que termina com a expressão "um ano e peras".

O vídeo diz respeito ao ano lectivo de 2009/2010 e o autor assina com um pseudónimo. Este corresponde a um jovem de Castelo Branco com 17 anos, de acordo com a informação contida no canal que gere no portal de vídeos Youtube. A morada de internet correspondente ao vídeo chegou ao Reconquista através de uma mensagem anónima de correio electrónico, enviada por alguém que se identifica como professor. Já depois desta denúncia o vídeo foi removido do Youtube pelo próprio autor do canal, mas o Reconquista extraiu uma cópia do mesmo logo que teve conhecimento da denúncia.

Confrontada com a existência das imagens, Graça Ventura, a directora do Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos, disse desconhecer o vídeo, mas garante que o mesmo "é falso" e que se trata de uma montagem destinada a caluniar a escola. No entanto nos actos de vandalismo filmados no exterior identifica-se o pavilhão e algumas das habitações em redor.

O Reconquista disponibilizou-se para mostrar as imagens à responsável pela escola, mas esta recusou, apesar da insistência.

Relato de Uma Fraude



É da revista Sábado, que não está ao serviço dos socialistas, como a Visão. O pessoal a pouco e pouco vai percebendo o que é o socialismo... Mas quando entenderem mesmo, será tarde. Sem um Ensino a sério, uma Sociedade fica doente. Socialismo é servidão, mediocridade, medo e miséria.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ISTO É ÉPICO!




Guarda

Aluna inventa violação para faltar às aulas

Uma jovem de 17 anos que frequenta a Escola Secundária da Sé, na Guarda, inventou ter sido violado por quatro rapazes como justificação para faltar às aulas.

Saiba mais na edição de hoje do 'Correio da Manhã'.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Todo este blog num post

A malta fuma umas brocas e bebe vodka, e depois a malta vai ver se é desta que consegue endoidecer o professor. Fixe! A malta conseguiu! Este não se matou, como o de Fitares, mas paciência!

Ah, ah! Que fixe! A malta daqui a uns anos tem um diploma de Novas Oportunidades mas não sabe NADA!

É o que estão a fazer ao Ensino Público, metodicamente: uma fábrica de ignorantes e marginais!

A malta que já tem idade para votar, é pior que esta malta adolescente! Porque acha isto "normal", e com jeitinho ainda culpa o professor... É manipulação à Sócrates-Obama-Lula-Gordon Brown & C.a...

Nós, professores, passamos pelo que este professor passou, todos os dias, e várias vezes ao dia. A nossa profissão, que dantes era ensinar, passou a ser aguentar isto sem endoidecer. Alguns não aguentam.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/ensino/eua-professor-perde-a-cabeca-e-atira-cadeiras

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

"Como Foi Possível?"


O romance Ilusão ou o Que Quiserem de Luísa Costa Gomes, professora que em boa hora deixou o Ensino, recebeu o prémio Fernando Namora/Estoril Sol. O júri destacou, entre outros aspectos, o seu "ágil registo estilístico de constante ironia, quer pela análise penetrante de alguns comportamentos tipo da actual sociedade portuguesa, muito em especial no tocante a métodos pedagógicos aplicados nas escolas".

Digo que deixou o Ensino em boa hora porque o Ensino actual merece que TODOS os professores o abandonem. É que um dia olharemos para trás e perguntaremos como foi possível aguentarmos o caos, a violência, a loucura que o Eduquês implantou nas escolas. Um dia olharemos para trás e sentiremos vergonha das centena de horas em acções de formação, a atirar novelos de lãs uns aos outros e a fazer o exercício de "caír para trás", pela enésima vez, sob o olhar esgazeado e o sorriso imbecil da eduquesa ou do eduquês cor-de-rosa de serviço.

Luisa Costa Gomes já olha. E eu adorava ver a cara do irmão do Sampaio, do, do Stretch e dos outros esgazeados de sorriso imbecil os pais da coisa...

"Durante toda a semana a Teresesinha veio pouco a casa. Quando por fim lhe perguntei pelo trabalho, disse-me naquele tom didáctico dos momentos pré-colapso em princípio teríamos de nos mudar para mais perto da Jessica, porque era muito desgastante segui-la de tão longe sem uma base doméstica. Estava agora firmemente convencida de que para a Jessica ter sucesso era preciso que todo o contexto familiar fosse educado, porque a escola nada pode quando não há transmissão dos valores fundamentais do humanismo, nem sentido crítico na avaliação das mensagens dos média (...).

O projecto de Teresesinha era elevar a família de Jessica em peso (mãe e cinco meios-irmãos, um de cada pai), à fruição estética e morfolinguística. Queria propor-lhe uma ida ao teatro e contava comigo para fornecer o espectáculo. «Educação pela Arte», disse ela, de forma significativa. «Mas nós nem sabemos ainda o que fazer a seguir», disse eu. Era incomensurável o que se jogava na primeira experiência cultural daqueles desfavorecidos. «Que fazer?», perguntou-me. «Vamos devagar» aconselhei. «Começas por uma ida ao cinema, vais com eles ver um filme menos javardo, depois discutem, fazem um passeio à Expo, visitam uma coisa de banda desenhada e vais subindo por aí acima, aumentando o grau de complexidade e...» «Mas contextualizando sempre», disse ela. «Sempre», disse eu e lá mais para o fim do ano escolar, quando os sentires bem motivados e com bom olho para os contextos, vais com eles a um Museu.». Ela ponderou a hipótese. «Se for entrada livre, ainda se pode pensar nisso.» E teorizou. «As pessoas sentem-se muito descontextualizadas. Vêem, mas não sabem o que estão a ver. Como não sabem, não gostam. E depois não querem ver mais.» «A resposta é a integração», rematei. Não queria parecer pouco entusiasmada. «Como é possível eles aprenderem o que quer que seja se deixarem as raízes para trás?» Não lhe quis dizer que em princípio todos nós deixamos as nossas raízes para trás. «É uma família muito desestruturada, muito carenciada, a de Jessica. Como é que ela pode aprender o que quer que seja se não está integrada numa cultura? É óbvio que tem de haver programas específicos para estas pessoas!» Matemática para Pobres, Geografia para Refugiados, Biologia para Minorias», disse eu."

domingo, 3 de outubro de 2010

A culpa será do povo?

100 anos de República, 36 anos de "25 de Abril", 14 anos de PS, e continuamos nisto???...

FAVA RICA!...

Mara Fava, irmã de Sofia, com Clotilde Fava, mãe, num evento na Mãe de Água, da EPAL, em Lisboa

Finanças

Cunhada de Sócrates é assessora na EPAL
Mara Fava trabalha na organização do arquivo histórico. Irmã da ex-mulher de José Sócrates passou de precária a assessora da administração.


02 Outubro 2010
Por:António Sérgio Azenha


A EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes. A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.

O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do ‘Águas Livres’, na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD. A EPAL diz que "a admissão das duas funcionárias referidas fez-se de acordo com as regras em vigor na empresa e de acordo com a avaliação do curriculum e desempenho efectuada pelos serviços respectivos". E frisa que, "desde 2005, foram admitidos na empresa 111 novos colaboradores".

Como Mara Fava é irmã da ex-mulher do primeiro-ministro e o presidente da EPAL, João Fidalgo, foi nomeado para este cargo no primeiro Governo de José Sócrates, em 2005, o CM tentou saber junto do gabinete do chefe do Executivo se Sócrates tinha conhecimento do ingresso de Mara Fava na EPAL. Até ao fecho desta edição, não obteve resposta.

A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".

Tudo porque, diz, essas pessoas "foram admitidas com a categoria de assessoras, para assessorar um assessor do conselho de administração para a organização do Arquivo Histórico da EPAL, com um vencimento muito superior a qualquer admissão vulgar de início e isenção de horário de trabalho".

FAMÍLIA REUNIDA NA MÃE DE ÁGUA

A exposição de pintura de Clotilde Fava na Mãe de Água, que é propriedade a EPAL, foi o motivo para José Sócrates ter um encontro com a família da ex-mulher, Sofia Fava, e os filhos, segundo a reportagem da ‘Caras’.

O primeiro-ministro, de acordo com a revista, admitiu admirar o trabalho da sogra: Sou um fã e um admirador dela há muitos anos", afirmou José Sócrates.

MULHER DE VICE DO PSD INGRESSOU TAMBÉM NA EPAL

Mariana Henriques, mulher do vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, entrou nos quadros da EPAL em Junho de 2010.

O ex-secretário de Estado do Ambiente e ex-consultor do Presidente da República diz que quando a mulher foi para a EPAL, há dois anos, e mudou de contrato [para efectiva na EPAL, em 2010], ele "não tinha nenhuma actividade político-partidária". E frisa que a mulher coordenou a recuperação do Museu Bordalo Pinheiro.

LÍDER DA EPAL E CHEFE DO GOVERNO SÃO PRÓXIMOS

O presidente da EPAL e José Sócrates têm relações de proximidade. O líder da EPAL foi nomeado pelo então ministro do Ambiente Nunes Correia para a presidência da EPAL em Maio de 2005, após a tomada de posse do Executivo.

A mulher de João Fidalgo, Madalena Presumido, ex-directora Regional do Ambiente, é administradora da Valorsul, firma do grupo Águas de Portugal, tal como a EPAL.

MERCEDES NO CONSELHO DE MINISTROS

Um luxuoso Mercedes S450, que custa 134 mil euros, foi recentemente adquirido pelo Governo para a frota do Estado e está guardado na garagem da sede da Presidência do Conselho de Ministro s.

O veículo servirá para transportar altas individualidades na Cimeira da Nato, nomeadamente Durão Barroso. Normalmente, a frota do Estado, destinada ao protocolo, é gerida no Ministério dos Negócios Estrangeiros e não pela Presidência do Conselho de Ministros.