sábado, 13 de março de 2010

Avalancha! (Finalmente...)



Manual Das Más Práticas Pedagógicas

«E há manual de instruções para isso? Há soluções. A primeira é fazer um "contrato pedagógico" na primeira aula, em que professor e alunos acertam as regras. Que são para manter ao longo do ano e lembrar quando esquecidas. Depois, o docente tem que deixar claro que não é o inimigo, nem agente da autoridade, mas sim o líder de um trabalho em equipa que exige "empatia", sem ser preciso "serem amigos". Mas adoptar uma atitude hostil perante a indisciplina é errado, diz Márcia Melo: os alunos fazem o mesmo e o problema irá em crescendo. Márcia Melo, call center da "linha" dos Professores. » (...)

in Educação S.A.

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Aquilo Que Interessa Mesmo

Concordo que não se devem estabelecer relações causais nlineares entre os factos conhecidos, nem apontar o dedo de forma irresponsável a ninguém.
Mas há aquilo que tecnicamente se chama parvoíce. Essa classificação adequa-se que nem uma luva a este naco de prosa:
Também ontem o director regional de Educação de Lisboa esclareceu que, a par do inquérito aberto na sequência da morte do professor, tudo será feito para ajudar os alunos. ” Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Trata-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar”, defendeu José Joaquim Leitão, que adiantou que contarão com uma equipa de psicólogos. No último ano, a escola obteve uma média 2,95 valores (numa escala que vai até cinco) nas provas nacionais do 9.º ano e ficou no lugar 611 no ranking das escolas. (
Público)

in A Educação do meu Umbigo

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A responsabilização dos jovens é uma necessidade

Foi para mim um choque quando li no Correio do Minho, esta afirmação “José Joaquim Leitão afirmou que os meninos e meninas desta turma devem ser objecto de preocupação para que não haja traumas no futuro. 'Temos de nos esforçar para que estas situações possam ser ultrapassadas. Trata-se de jovens que são na sua generalidade bons alunos e que não podem transportar na sua vida uma situação de culpa que os pode vir a condicionar pela negativa'”. (...)

in Profblog

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